Dívidas são um assunto delicado. Muitos problemas podem ocorrer, se não soubermos lidar com elas. Quando não conseguimos pagar as dívidas assumidas, já estamos em um patamar de endividamento preocupante, que é o endividamento excessivo.  

Muitos são os motivos que levam uma pessoa a se endividar: 

  • falta de planejamento e de controle dos gastos, tanto dos mensais como dos que ocorrem algumas vezes por ano; 
  • uso inadequado do crédito – cheque especial, cartão de crédito, crédito consignado, financiamentos e outros empréstimos; 
  • impulsividade para o consumo e compras não planejadas, muitas vezes geradas por propagandas ou marketing sedutor; 
  • excesso de compras a prazo, o que compromete a renda com parcelas; 
  • gasto da renda que ainda não recebeu; 
  • redução dos ganhos sem redução de gastos;  
  • despesas emergenciais, imprevistas (situações inesperadas ou de força maior, tais como perda de emprego, doença em pessoa da família); 
  • pouco conhecimento no trato com o dinheiro. 

As consequências financeiras do endividamento são percebidas com o aumento da dificuldade em honrar seus compromissos financeiros, como os gastos do dia a dia e as dívidas que você já fez.  

Devido à incidência de juros, o problema pode ir se agravando, chegando até a causar a perda do seu patrimônio, ou seja, obrigando você a vender bens que já possui para ajudar a quitar as dívidas.  

Além do comprometimento de seus recursos, o endividamento excessivo pode causar consequências de natureza moral, tais como o comprometimento da qualidade de vida pessoal, estresse adicional, desentendimentos familiares, além de restrições cadastrais.  

Entretanto, existem, sim, maneiras de sair do endividamento. Para começar, adote algumas atitudes e use instrumentos simples, como uma folha de papel, lápis e, se puder, uma calculadora.   

A primeira atitude, a mais importante, é tomar consciência da situação de endividamento ou de superendividamento. Para tanto, você deve mapear e listar todas as suas dívidas. Conhecer experiências bem-sucedidas e buscar ajuda profissional pode também ser um bom caminho. Listadas as dívidas, é hora de partir para a ação

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